Presidente dos EUA apelou à erradicação da pobreza

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, apresentou terça-feira a meta de erradicar a pobreza extrema no mundo nas próximas duas décadas e comprometeu-se a trabalhar para cumprir o objetivo, durante o discurso anual sobre o Estado da União.

"Os Estados Unidos unirão forças com os nossos aliados para erradicar a pobreza extrema no mundo nas próximas duas décadas: ligando mais gente à economia global e dando poder às mulheres, dando a nossos jovens e às nossas mentes mais brilhantes novas oportunidades para servir", disse.

A ideia de Obama inclui também "ajudar as comunidades a poder alimentar-se, obter energia, e educar-se a si próprios, salvar as crianças do mundo de mortes evitáveis, e tornar real a promessa de uma geração livre da Sida", noticiou a agência Efe.

O plano supera um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) da ONU, que já se alcançou em 2010 e que consistia em reduzir para metade o número de pessoas que vive na pobreza extrema, ou seja, com menos de um dólar por dia.

"O progresso nas regiões pobres do nosso mundo enriquece-nos a todos", assegurou o Presidente.

Obama mencionou várias vezes o problema da pobreza no seu discurso, em que também pediu ao Congresso que aprove a subida do salário mínimo nos Estados Unidos progressivamente até aos 9 dólares por hora em 2015, acima dos atuais 7,25 dólares.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.