Dinamarca reivindica Polo Norte de olho no petróleo e gás natural

Governo de Copenhaga junta-se a Noruega, Rússia e Canadá na disputa territorial.

Neste momento, as zonas económicas exclusivas dos países que tocam no Ártico terminam a 200 milhas da sua costa, como é regra, deixando no meio um vasto território de ninguém. Agora, a Dinamarca juntou-se à Noruega, Rússia e Canadá ao reivindicar formalmente na ONU o direito a parte desse território cujos fundos submarinos se pensa poderem esconder vastas reservas de petróleo e gás natural.

A pequena Dinamarca, com os seus 5,6 milhões de habitantes e uma área de 43 mil km2 (sem contar com a gigantesca Gronelândia e as ilhas Faroe), reivindica assim o controlo de 900 mil km2 de território. Esta área - uma imensidão de mar coberto de gelo - fica ao largo da costa da Gronelândia, um território autónomo da Dinamarca, onde o recente reforço de poderes concedido por Copenhaga não parece ter travado os desejos independentistas. "É um momento histórico", garantiu à BBC o chefe da diplomacia dinamarquês, Martin Lidegaard.

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