Ronaldinho Gaúcho e Gisele Bundchen animaram a noite

Ronaldinho Gaúcho foi a atracção de última hora da Mangueira. Gisele Bundchen brilhou pela Vila Isabel. Veja os vídeos.

Ronaldinho desfilando pela Portela

Aparição de Ronaldinho pela Mangueira

A escola de São Clemente foi a primeira a desfilar no sambódromo Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, para uma festa que se estende até terça-feira.

O tema da escola de São Clemente é uma homenagem à cidade do samba: "Rio, abençoado por Deus e bonito por natureza".

Seguiram-se esta madrugada mais cinco escolas, a Imperatriz Leopoldinense, a Portela (agrupamento que conta com mais títulos conquistados, 21 no total), a União da Ilha e Grande Rio, a Unidos da Tijuca (vencedora em 2010), a Vila Isabel (que contou com a supermodelo Gisele Bundchen) e a popular Mangueira, que encerrou o certame.

Desfile de Gisele Bundchen pela Vila Isabel

Fora do Rio de Janeiro, todo o Brasil já celebra o Carnaval, a festa popular mais importante para o povo brasileiro, que durante cinco dias se veste de luminosidade, sensualidade e diversão.

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Margarida Balseiro Lopes

Legalização do lobbying

No dia 7 de junho foi aprovada, na Assembleia da República, a legalização do lobbying. Esta regulamentação possibilitará a participação dos cidadãos e das empresas nos processos de formação das decisões públicas, algo fundamental num Estado de direito democrático. Além dos efeitos práticos que terá o controlo desta atividade, a aprovação desta lei traz uma mensagem muito importante para a sociedade: a de que também a classe política está empenhada em aumentar a transparência e em restaurar a confiança dos cidadãos no poder político.

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Erros de um sonhador

Não é um espetáculo bonito ver Vítor Constâncio contagiado pela amnésia que tem vitimado quase todos os responsáveis da banca portuguesa, chamados a prestar declarações no Parlamento. Contudo, parece-me injusto remeter aquele que foi governador do Banco de Portugal (BdP) nos anos críticos de 2000-2010 para o estatuto de cúmplice de Berardo e instrumento da maior teia de corrupção da história portuguesa, que a justiça tenta, arduamente, deslindar.

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Por que não votam os açorianos?

Nesta semana, os portugueses, a ciência política em geral, e até o mundo no global, foram presenteados com duas ideias revolucionárias. A primeira, da lavra de Rui Rio, foi a de que o número de deputados do Parlamento fosse móvel tendo em conta os votos brancos e nulos. Mais brancos e nulos, menos deputados, uma versão estica-encolhe do método de Hondt. É a mesma ideia dos lugares vazios para brancos e nulos, que alguns populistas defendem para a abstenção. Mas são lugares vazios na mesma, medida em que, vingando a ideia, havia menos pessoas na sala, a não ser que se fizesse no hemiciclo o que se está a fazer com as cadeiras dos comboios da ponte, ou então que nestes anos com mais brancos e nulos, portanto menos deputados, se passasse a reunir na sala do Senado, que é mais pequenina, mais maneirinha. A ideia é absurda. Mas a esquerda não quis ficar para trás neste concurso de ideias eleitorais e, pela voz do presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, chega-nos a ideia de incentivar votos com dinheiro.