Corrupção domina debate sem ataques pessoais entre Dilma e Aécio

Depois dos ataques dos últimos dois debates, os candidatos à presidência brasileira acalmaram o tom na TV Record para evitar a rejeição dos eleitores.

A presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), e o candidato Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), abordaram temas como o desemprego, a inflação ou a insegurança. Mas o tema da corrupção, que tem marcado a campanha, voltou a dominar.

Aécio questionou Dilma sobre o alegado envolvimento do tesoureiro do PT no escândalo do petrolão, que envolve o desvio de dinheiro da estatal. Já Dilma indicou o nome do ex-líder do PSDB, o falecido Sérgio Guerra, que também terá estado envolvido, segundo um antigo diretor da Petrobras, que denunciou o esquema.

"Eu acredito no seguinte, o sei que há indícios de desvio de dinheiro. Agora, o que ninguém sabe, nem o senhor nem eu, é quanto foi e quem foi", afirmou a presidente.

"Mais uma vez a senhora não mandou investigar, que triste um país onde o presidente é quem determina quem seja investigado. Isso pode funcionar em algumas ditaduras amigas do seu governo, mas não no Brasil", indicou Aécio.

As últimas sondagens, do instituto Datafolha e do Ibope, dão um empate técnico entre os dois candidatos, com ligeira vantagem para Aécio. Hoje à noite será conhecida mais uma sondagem, estando o último debate entre os dois candidatos previsto para sexta-feira, na Globo.

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