Charb, Cabu, Wolinski e Tignous: para eles era "o humor ou a morte"

Quatro desenhadores estavam entre as vítimas do ataque. O seu empenho em "não baixar a caneta" diante de ameaças foi alvo de homenagens.

Numa entrevista ao Le Monde em 2012, Stéphane Charbonnier garantia: "Pode parecer um pouco presunçoso, mas prefiro morrer de pé a viver de joelhos". Uma profecia que se cumpriu ontem, quando o homem que o mundo conhecia como Charb, diretor do Charlie Hebdo desde 2009, foi baleado pelos homens armados que entraram nas instalações do jornal satírico em Paris. Autor do lema "o humor ou a morte", esta apanhou-o na companhia de outros homens que recusavam "baixar a caneta" face às ameaças que sobre eles caíam: Cabu, Wolinski e Tignous.

Os desenhadores foram mortos pelos homens armados que entraram na redação do jornal em Paris. O seu desaparecimento gerou uma onda de homenagens nas redes sociais e jornais de todo o mundo.

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