Carrossel governativo em Atenas sob o pano de fundo da austeridade

Em três eleições desde 2009, só uma originou maioria. E foi a este governo que coube o início da aplicação do resgate financeiro.

Desde o início da crise, em 2009, em paralelo com os programas de austeridade, a Grécia tem conhecido uma acentuada instabilidade política que forçou a realização no espaço de mês e meio de duas eleições legislativas em 2012.

Menos de um ano antes da Grécia se tornar o primeiro país da zona euro a negociar um programa de resgate financeiro, o então primeiro-ministro Konstantinos Karamanlis, da Nova Democracia (ND), anuncia eleições legislativas antecipadas para 4 de outubro de 2009. O partido tinha conhecido algumas deserções, fora atingido por vários escândalos e o Karamanlis era contestado internamente.

O resultado da eleição de 4 de outubro é favorável aos socialistas do PASOK, que obtêm 43,92% e 160 deputados, enquanto a ND se fica pelos 33,48% e 91 deputados. George Papandreou é nomeado primeiro-ministro e Karamanlis é substituído por Antonis Samaras.

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