Viúvas de Ben Laden acusadas de imigração ilegal

As três viúvas de Ussama ben Laden que se encontravam na casa onde o líder terrorista foi capturado e abatido a 2 de maio em Abbottabad, no Paquistão, foram acusadas de entrada ilegal no país pelas autoridades de Islamabad.

Uma de nacionalidade iémenita e as restantes de nacionalidade saudita, as três mulheres permanecerão detidas até ao início dos respectivos processos, cuja data não se encontra ainda estabelecida, explicou o ministro do Interior Rehman Malik.

Além das três mulheres do líder da Al-Qaeda, as autoridades paquistanesas mantêm sob custódia um certo número de filhos de Ben Laden, que se encontravam na casa no momento da operação dos Navy SEALs.

O ministro Malik explicou que a acusação de "entrada ilegal" só se aplica aos adultos, que "terão direito a advogado e a todas as prerrogativas legais".

Ainda segundo Malik, os filhos de Ben e as três mulheres encontram-se numa residência vigiada, com cinco quartos, "como se estivessem a viver na sua própria casa", podendo os menores regressarem aos seus países de origem, se as respetivas mães assim o solicitarem.

No ataque de 2 de maio de 2011, além do líder terrorista, foi morto um dos seus filhos, dois mensageiros e alguns guarda-costas. A mulher mais nova do saudita, que é de origem iémenita, foi ferida durante o breve combate.

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