Estabilidade é "a tarefa mais urgente", diz liderança do PCC

A liderança comunista chinesa considerou a restauração da estabilidade no Xinjiang a sua "mais importante e urgente tarefa" e prometeu castigar "severamente" os promotores dos tumultos de domingo, que causaram 156 mortos.

Quarta-feira à noite, horas depois de ter regressado antecipadamente a Pequim, o presidente Hu Jintao, que é secretário-geral do partido comunista chinês, convocou uma reunião do Comité Permanente do Politburo, a cúpula do poder na China, disse hoje a agência noticiosa oficial chinesa.

Hu Jintao cancelou a sua participação na Cimeira do G8+5 e adiou a visita a Portugal devido à situação no Xinjiang, uma região autónoma do noroeste da China, de maioria muçulmana.

"Os instigadores, organizadores e criminosos violentos serão severamente punidos de acordo com a lei. Os que participaram nos tumultos devido a provocações e foram manipulados por separatistas devem ser educados", diz um comunicado da reunião citado pela agência noticiosa oficial.

Os tumultos de domingo, que causaram também mais de 1.000 feridos, foram os mais violentos desde a instauração da República Popular da China, há 60 anos.

O Comité Permanente do Politubro do PCC é constituído por nove elementos e, além de Hu Jintao, inclui o primeiro-ministro Wen Jiabao, o presidente da Assembleia Nacional Popular, Wu Bangguo, e o vice-presidente da República, Xi Jinping.

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