Canibal "Jesus negro" morto à machadada

O líder de um culto conhecido como "Jesus negro" foi morto à machadada por habitantes de uma aldeia na Papua-Nova Guiné, quando tentava violar uma mulher.

Steven Tari foi apanhado em flagrante por um grupo aldeões e, segundo os media locais, acabou por ser agredido até morte a golpes de machados e catanas.

Tari, que cumpria pena de prisão depois de ter sido condenado por violação e canibalismo antes de se conseguir evadir no início do ano, dirigia uma seita pseudo-cristã até ser detido em 2010. A seita contava com alguns milhares de seguidores até ao momento em que Tari foi capturado pelas autoridades da Papua-Nova Guiné.

Tari, que era agora procurado também pelo assassínio de uma adolescente no início de agosto, apresentava-se como o verdadeiro Cristo e prometia "grande abundância" aos seus seguidores.

A seita era conhecida por ter um grupo de jovens ao serviço do seu fundador, as chamadas "raparigas de flores", como Tari as designava, e que acabaram por o acusar de repetidas violações.

Tari, de quem não foi revelada a idade, estudara na adolescência para ser pastor luterano, mas acabara por abandonar o seminário depois de criticar algumas passagens da Bíblia.

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