Aliança de opostos entende-se para a missão de manter a Grécia no euro

Eurocéticos de direita populista e esquerda radical firmaram acordo governamental. Objetivo é pôr fim à austeridade imposta pelo resgate financeiro.

O "governo será pequeno", com "pouco mais de dez ministros" e as grandes orientações económicas serão as do programa do Syriza; por seu lado, o partido de Alexis Tsipras respeitará as preocupações dos Gregos Independentes, de Panos Kammenos, em questões de política interna; e há consenso para o nome do futuro presidente da República, a ser votado brevemente no novo Parlamento. Os dois partidos têm, em conjunto, 162 deputados num total de 300 - 149 para o Syriza e 13 para a formação de Kammenos.

Ambos estão em sintonia no essencial: a renegociação das condições da assistência financeira à Grécia. E de acordo em não entrarem em desacordo em tudo aquilo que os situa em pontos opostos do espectro político helénico. Esta conclusão resulta do encontro, ontem de manhã, entre Tsipras e Kammenos, onde se estabeleceu que o partido deste último estará no Governo e terá uma ou mais pastas relevantes, com o próprio Kammenos a soçobrar a Defesa, assinalava o Protothema, citando fontes ligadas às negociações.

Leia mais no epaper ou na edição impressa do DN

Mais Notícias

Outros conteúdos GMG