Terminou o ataque argelino para libertar reféns

O ataque militar argelino a uma exploração de gás, onde um comando islamita fez centenas de reféns, terminou ao início da noite de hoje. O ministro do Interior argelino diz, que o grupo islamita veio da Líbia. Ainda não há informações sobre o balanço desta operação.

Centenas de trabalhadores argelinos e 40 estrangeiros foram feitos reféns esta quarta-feira, quando um grupo islamita armado atacou as instalações de um campo de gás exploradas por uma empresa argelina e por petrolíferas internacionais.

Na sequência da operação da Argélia para libertar os reféns, foram libertadas 600 pessoas, mas muitas outras perderam a vida.

Fonte islamita citada pela AFP diz que sete reféns ocidentais sobreviveram ao ataque de aviões argelinos ao campo de gás no centro-leste do país. Segundo a mesma fonte, mais de 30 reféns e 15 sequestradores perderam a vida.

Essa operação militar já terminou, mas não existe, para já, nenhum balanço oficial.

De acordo com o ministro do Interior argelino, Dahou Ould Kablia, o grupo islamita que atacou as instalações gasíferas veio da Líbia.

"Segundo todas as informações que nós temos, o grupo terrorista que atacou In Amenas [localização das instalações atacadas] veio da Líbia", afirmou o ministro a um diário eletrónico argelino, que se publica em árabe, o Echorouk.

Na quarta-feira, Kablia dissera que os raptores eram da região, mas negando que tivessem vindo da Líbia ou do Mali.

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