Mil peças arqueólogicas roubadas dos sítios e museus

Mil peças arqueológicas mas "nenhuma de grandes dimensões" foram furtadas de museus e sítios arqueológicos egípcios desde Janeiro, disse hoje o ministro das Antiguidades, Zahi Hawass, numa entrevista a um jornal espanhol.

"Abrimos uma investigação para cada caso afim de encontrar as peças. Identificámos até ao presente vários culpados, criminosos à procura de ouro ou moedas e que desconhecem o valor das peças que furtaram", disse Hawass.

Em entrevista ao El Mundo, o arqueólogo afirmou que os presumíveis ladrões "não estavam organizados, viviam próximo dos sítios arqueológicos onde os objectos se mantinham e terão aproveitado a noite para entrar nos locais e os pilhar".

Na entrevista, citada pela AFP, Hawass afirmou que "cerca de mil objectos foram roubados, mas nenhuma de grandes dimensões".

"Tudo estava inventariado e será difícil estas peças saírem do país", sublinhou o arqueólogo.

O inventário das peças desaparecidas durante o levantamento que levou à queda do Presidente Hosni Mubarak e as consequentes sublevações, será entregue à UNESCO, dissre Hawass.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) afirmou que enviou uma carta há dez dias às autoridades egípcias apelando para que reforçassem a segurança dos sítios arqueológicos do país.

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