300 mineiros sul-africanos barricados em mina

Creca de 300 mineiros da empresa sul-africana AngloGold Ashanti recusaram hoje voltar à superfície da mina de ouro onde trabalha em Carletonville, sudoeste de Joanesburgo, exigindo o pagamento de um prémio acordado quando terminaram a greve.

"Há cerca de 300 mineiros da equipa da noite que se encontram barricados na mina subterrânea de TauTona (...) eles exigem o pagamento de um prémio, previsto para a semana passada no regulamento efetuado depois do final da greve", disse, à AFP, Alan Fine, porta-voz da empresa AngloGold Ashanti.

O prémio em questão era para ser pago em função de critérios como a segurança e a presença no trabalho, acrescentou, observando que "a direção está atualmente a discutir o caso com eles".

Também ontem ocorreu uma situação idêntica na mina de Mpoeng, onde a produção não será retomada até ao final da semana.

Tanto na minha de TauTona como na de Mpoeng, o trabalho foi retomado no passado dia 26, depois de uma longa greve que paralisou quase todas as minas de ouro da África do Sul. Apesar da empresa ter ameaçado demitir 12 mil pessoas, nenhum mineiro acabou por ser demitido, visto que "a greve chegou a um fim", afirmou Alan Fine à AFP.

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