32.ª greve desde 2010 paralisa Grécia

Manifestantes em Atenas e em Salónica pediram a demissão imediata do governo e o "fim da pobreza". Comunicação social também respondeu ao apelo sindical e parou.

Escolas encerradas, hospitais a funcionar em serviços mínimos, aviões pousados nas placas dos aeroportos, bancos e lojas fechados, autocarros e ferries parados era a imagem de ontem da Grécia, paralisada por uma greve de 24 horas. A iniciativa, que mobilizou o sistema público e o privado, foi convocada pelas duas principais confederações sindicais como forma de protesto contra novas medidas de austeridade, exigidas pela troika, e o desemprego.

Além da paralisação - a 32.ª desde 2010 e a primeira desde abril deste ano -, os trabalhadores gregos saíram também à rua para manifestar publicamente o seu repúdio relativamente às exigências da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional, ou seja da troika.

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