Texto histórico para a Europa

Após o fracasso da Constituição (chumbada nos referendos francês e holandês), a rápida conclusão do tratado que inscreverá o nome de Lisboa na História do processo de integração europeia ficou a dever-se, na síntese de Manuel Lobo Antunes, a dois aspectos: um mandato detalhado, concluído pela presidência alemã, e uma vontade política de se encontrar solução para o impasse entretanto criado. A pretensão da nossa diplomacia era conseguir que o documento fosse aprovado durante a presidência portuguesa e Lobo Antunes, na época, sublinhava ser "óbvio que ficaríamos contentes com o nome Tratado de Lisboa". Agora, quando está prestes a confirmar-se esse desejo, o actual embaixador em Bruxelas acredita que estamos perante um tratado tão revolucionário, em termos institucionais, que deverá vigorar por vários anos.

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