Catalunha. Um ano depois dos atentados, os espanhóis sairam à rua

Um ano depois dos ataques terroristas reivindicados pelo autoproclamado Estado Islâmico em Barcelona e em Cambrils, Las Ramblas encheram-se de pessoas que quiserem prestar homenagem às 16 vítimas mortais. A 17 de agosto de 2017, um homem conduziu uma furgoneta contra quem passeava pela principal avenida de Barcelona. Horas mais tarde, os seus cinco cúmplices usaram o mesmo método na cidade de Cambris, Tarragona. Mataram 16 pessoas e feriram outras 136.

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Pedro Lains

O Banco de Portugal está preso a uma história que tem de reconhecer para mudar

Tem custado ao Banco de Portugal adaptar-se ao quadro institucional decorrente da criação do euro. A melhor prova disso é a fraca capacidade de intervir no ordenamento do sistema bancário nacional. As necessárias decisões acontecem quase sempre tarde, de forma pouco consistente e com escasso escrutínio público. Como se pode alterar esta situação, dentro dos limites impostos pelas regras da zona euro, em que os bancos centrais nacionais respondem sobretudo ao BCE? A resposta é difícil, mas ajuda compreender e reconhecer melhor o problema.