Uma ponte utilizada para fugir à crise na Venezuela

A Ponte Internacional Simón Bolívar liga as cidades de Santo António de Táchira, na Venezuela, a São José de Cútuta, na Colômbia. Milhares de Venezuelanos têm utilizado a estrutura para fugirem da crise que assola o seu país.

Rita Ferreira
O diretor geral de Migração colombiana, Christian Krüger Sarmiento, estima que diariamente mais de 48 mil pessoas utilizem a ponte Simón Bolívar para fugirem da crise na Venezuela. | foto REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez/File Photo
Por outro lado, de acordo com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, nos últimos dois anos mais de 600 mil pessoas deixaram o país. | foto REUTERS/Luisa Gonzalez
De armas e bagagens, vai-se em busca de uma vida melhor no outro lado da fronteira. | foto REUTERS/Luisa Gonzalez
Nem todas as pessoas conseguem chegar à cidade colombiana de São José de Cúcuta. | foto REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez
A afluência de pessoas na travessia da ponte Simón Bolívar origina fortes medidas de segurança. Por isso, as autoridades dispõem de equipamentos eletrónicos para fiscalizarem os documentos dos migrantes. | foto  REUTERS/Luisa Gonzalez
As bagagens são sujeitas à fiscalização por parte das autoridades. | foto REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez
Os alimentos costumam estar entre os itens confiscados. | foto REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez
A comida apreendida acaba por ser deitada para o lixo. | foto REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez
Por isso, e dada a escassez de alimentos na Venezuela, há quem vasculhe contentores. | foto REUTERS/Luisa Gonzalez
Na Venezuela as crianças também são vítimas da falta de alimentos e de medicamentos. | foto REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez
Nem todos arranjam abrigo assim que chegam à Colômbia. | foto REUTERS/Luisa Gonzalez
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo, visitou a estrutura no passado dia 1 de setembro. | foto EPA/Schneyder Mendoza
Anteriormente, no dia 27 de junho, a travessia também foi feita pelo coordenador de missão da União Europeia, Agustin Diaz de Mera (direita), a embaixadora da União Europeia na Colômbia, Patricia Llombart (segunda pessoa a contar da direita) e o diretor do Desenvolvimento e Integração Fronteiriça, Victor Bautista (segunda pessoa a contar da esquerda). | foto EPA/SCHNEYDER MENDOZA
O objetivo desta visita foi avaliar a situação dos cidadãos venezuelanos que enfrentam a crise financeira. | foto EPA/SCHNEYDER MENDOZA