Por dentro do Metro de Pyongyang

Na Coreia do Norte os passageiros estão proibidos de conversar nos transportes públicos, mas podem ouvir o hino nacional "Aegukka", ou "A Canção Patriótica". Bem-vindos ao metro de Pyongyang.

Ana Bela Ferreira
O metro de Pyongyang tem duas linhas, estando uma terceira em construção. Os nomes das estações, inspiradas no estilo estalinista de Moscovo, não referem a respetiva localização, mas sim temas da revolução e glorificação do regime norte-coreano. | foto REUTERS/Danish Siddiqui
Os passageiros demoram cerca de quatro minutos para chegarem às plataformas. | foto REUTERS/Danish Siddiqui
Dada a profundidade, a estrutura serve de abrigo em caso de conflito | foto REUTERS/Danish Siddiqui
As carruagens foram compradas em segunda mão ao Metro de Berlim | foto REUTERS/Danish Siddiqui
Todas as referências alemãs foram removidas do material circulante a pedido do governo norte-coreano | foto REUTERS/Danish Siddiqui
Cada bilhete custa cinco won, o equivalente a três cêntimos | foto REUTERS/Danish Siddiqui
Diariamente o sistema é utilizado por 300 mil a 700 mil passageiros | foto REUTERS/Danish Siddiqui
Desde 2014 que os estrangeiros podem visitar todas as estações da rede | foto REUTERS/Danish Siddiqui
Em pleno século XXI ainda há funcionárias a darem o sinal de partida das composições | foto REUTERS/Danish Siddiqui
Até há pouco tempo, era impossível encontrar passageiros a usarem o telemóvel. Apenas 10% da população norte-coreana tem um destes dispositivos | foto REUTERS/Danish Siddiqui
Nas horas de ponta há comboios a cada dois minutos | foto REUTERS/Danish Siddiqui
Em todas as estações é possível encontrar vitrinas com o jornal "Rodong Sinmun", do Partido dos Trabalhadores da Coreia | foto REUTERS/Danish Siddiqui