Como o DN fotografou o incêndio do Chiado há 30 anos

Passaram este sábado 30 anos desde o violento incêndio do Chiado, que deflagrou nos extintos armazéns Grandella e destruiu vários edifícios históricos, naquela que foi das piores catástrofes que assolaram a capital portuguesa. E o DN fotografou. Amanhã, leia o caderno 1864 sobre o tema

Joana Capucho
18 edifícios ficaram destruídos pelas chamas | foto Álvaro Tavares
O incêndio chegou a ter seis frentes ativas. Nunca se soube bem quais foram as causas | foto Arquivo
Edifício Jerónimo Martins, na rua Garrett, e Armazéns do Chiado ardem durante o incêndio | foto Arquivo DN
O ministro da Defesa, Eurico de Melo, e o presidente da República, Mário Soares, no Rossio | foto Arquivo DN
As chamas consumiram o edifício dos Armazéns do Chiado
Pedro Feist (na época vereador, mas que assumiu a presidência da Câmara na ausência de Nuno Krus Abecassis, que se encontrava de férias) e o primeiro ministro, Cavaco Silva, de visita ao local | foto Arquivo DN
Bombeiros combatem as chamas na Rua Nova do Almada | foto Arquivo DN
Pessoas intoxicadas recebem assistência. Ao todo, registaram-se duas vítimas mortais e mais de 50 feridos | foto Arquivo DN
Primeiros cuidados, e apoio aos cerca de 1500 bombeiros que combateram as chamas | foto Arquivo DN
Não se sabe bem ainda a que horas deflagrou o incêndio, mas terá sido algures por volta das 03.30, quando os bombeiros receberam o alerta | foto Arquivo DN
As chamas foram dadas como extintas pelas 16.00. Mas os bombeiros permaneceram no local durante cerca de dois meses, na remoção dos escombros | foto Arquivo DN
Bombeiro durante o incêndio no Chiado. Cerca de 1500 estiveram no combate às chamas | foto Arquivo DN
Foi quando se fazia a remoção dos escombros, que os bombeiros descobriram uma das duas vítimas mortais. Um eletricista reformado com cerca de 70 anos | foto Arquivo DN
Bombeiros a descansar durante o incêndio | foto Arquivo DN
Duas mil pessoas ficaram desempregadas com a destruição dos armazéns Grandella, da Perfumaria da Moda, dos Grandes Armazéns do Chiado, do estabelecimento Eduardo Martins, da Pastelaria Ferrari, da Casa Batalha e do arquivo da Valentim de Carvalho  | foto Arquivo DN
Bombeiros enfrentaram obstáculos para apagar as chamas numa zona histórica. Um dos principais foram os canteiros colocados no chão que impediam a passagem dos carros | foto Arquivo DN
Transporte de feridos durante operações de socorro | foto Arquivo DN
Além dos edifícios comerciais, cinco famílias perderam as suas casas | foto Arquivo DN
Foram consumidos quase oito hectares, o equivalente a oito campos de futebol | foto Fernando Ricardo
Incêndio deixa rasto de destruição e levou à reflexão de como se combatem os incêndios nas zonas históricas das cidades | foto Arquivo DN