A independência tem idade?

Após uma certa idade, encontramos algumas limitações físicas e por vezes tem de se depender de um familiar. Contudo, a independência pode estar à distância de uma chamada.

A anca começa a doer, os joelhos incham e a lombar já testa a elasticidade. Todas estas condicionantes, aliadas ao cansaço acumulado que se faz pesar no fim do dia, impedem que o quotidiano flua tranquilamente. Por vezes, pensa-se no trabalho e nas dores que determinada atividade nos irá causar, como andar dois quarteirões para ir ao supermercado, e acaba-se por se desistir. Uma atividade que anteriormente era levada a cabo sem qualquer esforço, torna-se uma dificuldade só ao pensar nela.

Porém, até em casa existem obstáculos. O equilíbrio e os ossos não são iguais aos que se tinha quando se era novo e se alguma coisa acontece, como uma queda, pode ser perigoso; especialmente quando se vive sozinho e não se tem ninguém a quem recorrer. Quando o físico impede que o quotidiano decorra naturalmente, pode ser bastante frustrante. Passa-se a recorrer a alguém para uma coisa ou outra e a independência acaba por ficar comprometida. Instala-se uma sensação de impotência tal, que o equilíbrio emocional acaba por ficar afetado.

Porém, com os serviços de teleassistência móvel, restaura-se a sensação de segurança e, consequentemente, a confiança. À distância de uma chamada, pode obter-se assistência para caso de queda ou de qualquer outra emergência. Contudo, estes serviços também dispõem de acompanhamento; isto é: de quinze em quinze em dias, a central de assistência liga para o cliente para conversar e saber como este se encontra. Outra particularidade do serviço é o aviso de inatividade. Se o dispositivo que o cliente tem não mostrar qualquer atividade no espaço de 48h, a central alerta um familiar através de SMS.

Desta forma, o campo de problemas fica assim reduzido, pois sabe-se que todos os dias da semana, a qualquer hora, estará alguém disponível para ajudar, se necessário. Este sentimento de segurança é particularmente vantajoso para quem vive sozinho e tem os familiares longe. Contudo, também não é de descorar a confiança que é fornecida aos próprios familiares.

No fundo, o que é que se ganha? Conforto. O sentimento de impotência acaba por desaparecer e é estabelecido o equilíbrio emocional, pois já se pode ser proativo relativamente a um eventual problema.

A vida é para ser gozada e a hipótese de voltar a ter controlo sobre a mesma é essencial para se poder levar os dias como se quer, sem limites ou preocupações. Estes serviços não são um elixir da juventude, mas garantem conforto e segurança, que são muito necessário nesta fase da vida.

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Betinho

Betinho: "NBA? Havia campos que tinham baldes para os jogadores vomitarem"

Nasceu em Cabo Verde (a 2 de maio de 1985), país que deixou aos 16 anos para jogar basquetebol no Barreirense. O talento levou-o até bem perto da NBA, mas foi em Espanha, Andorra e Itália que fez carreira antes de regressar ao Benfica para "festejar no fim". Internacional português desde os Sub-20, disse adeus à seleção há apenas uns meses, para se concentrar na carreira. Tem 34 anos e quer jogar mais três ou quatro ao mais alto nível.