Coração de Portugal

Insuficiência cardíaca

Hospital Fernando Fonseca forma médicos de família para poderem salvar doentes mais cedo

Coração de Portugal. A insuficiência cardíaca não tem de ser tratada só nos serviços de cardiologia. Pelo contrário, quanto mais cedo se identifica a doença, mais fácil se torna salvar vidas. Foi neste sentido que os profissionais do Hospital Fernando Fonseca, na Amadora, decidiram criar um programa de formação para colegas de medicina geral e familiar, para que estes possam identificar mais cedo os sintomas e medicar os doentes. Só assim se poderá reduzir a mortalidade elevada desta doença.

Insuficiência cardíaca

Os Ramiros "não deram a atenção devida aos sinais que o corpo lhes estava a dar"

Coração de Portugal. Não veio na herança genética, mas Ramiro pai e Ramiro filho sofrem os dois de insuficiência cardíaca. Neste caso, não são os laços de sangue que os unem, mas o estilo de vida acelerado com muito tempo para o trabalho, pouco para eles próprios. Durante anos, saltaram horas de sono e fizeram uma alimentação pouco saudável a horas incertas. Agora, aos 87 e aos 63 anos, estão a mudar de vida.

Insuficiência cardíaca

O sistema de alerta que dá mais vida aos corações que batem abaixo dos 35%

Histórias de quem trata da doença. No Hospital de Santa Maria, em Lisboa, sempre que um coração bate com uma fração de ejeção abaixo dos 35%, há um alerta que soa nos computadores do serviço de cardiologia, o único no país que dispõe de uma aplicação informática que sinaliza e identifica o doente para que seja acompanhado. O diretor do laboratório de arritmologia diz mesmo que este sistema de alerta já salvou a vida a muitos doentes que, de outra forma, estariam perdidos no sistema.