Clube de Vinhos DN: Pack Licorosos

Bioma Vintage 2015 Porto | Niepoort
As opiniões dividem-se entre 2015 e 2016 quanto ao vintage de perfil mais clássico, apesar de o mercado ter apontado o último. Certo é que 2015 produziu portos vintage de grande gabarito e este Bioma é uma obra-prima. O projecto representa para a Niepoort um certo regresso aos tempos antigos, com enologia moderna. É uma grande experiência.

Boal 10 Anos Madeira | Barbeito
A empresa tem conhecido verdadeiros momentos de glória, Ricardo Freitas revitalizou marcas antigas da casa e criou outras, a partir dos stocks de que dispõe. Além disso, o mundo acordou para o vinho da Madeira, pelo que o fulgor nas praças internacionais é considerável. Este vinho é a um tempo um clássico e um vinho moderno, óptimo para ter em casa, pronto a conferir.

Moscatel de Setúbal 10 Anos (50 cl.) | Horácio Simões
Vinhas velhas, saber herdado dos antepassados e estilos novos, é a assinatura possível da região de Palmela, Azeitão e Setúbal que serve de berço para os néctares inefáveis de que gostamos mas que provavelmente não conhecemos bem ainda. Em vez da doçura apenas, há frescura nos bons exemplares, como é o caso deste.

Um pack de 3 garrafas:

1x Bioma Vintage 2015 Porto | Niepoort
1x Boal 10 Anos Madeira | Barbeito
1x Moscatel de Setúbal 10 Anos (50 cl.) | Horácio Simões

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nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

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O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.