Clube de Vinhos DN: Pack Internacional

Quinta de Pancas Chardonnay Reserva regional Lisboa branco 2015 | Quinta de Pancas
Uma das mais emblemáticas e originais vinhas de Chardonnay em todo o país, com excelentes resultados no passado e agora a conhecer uma nova vida. Apresenta o património clássico aromático e de sabor que apreciamos na casta, com o acréscimo inefável da mineralidade conferida pelo terroir de Pancas.

Cortes de Cima Syrah regional alentejano tinto 2014 | Cortes de Cima
A família Jorgensen esteve entre os pioneiros da casta Syrah em Portugal e aposta não podia ter sido mais acertada. Notas de tapenade de azeitona, tomate seco e violetas, num conjunto elegante e pronto para os desafios da cozinha alentejana mais rústica e para pratos de cozedura lenta do receituário internacional.

Ermelinda de Freitas Cabernet Sauvignon regional Península de Setúbal tinto 2014 | Casa Ermelinda de Freitas
Nos solos de areia de Fernando Pó medram todos os anos as uvas mais especiais da casta Cabernet Sauvignon, que o enólogo Jaime Quendera conhece bem. O resultado é um vinho limpo e guloso, livres dos habituais tons verdes na boca. Muito bom com queijos de pasta mole, como o queijo de Azeitão.

Um pack de 6 garrafas:

2x Quinta de Pancas Chardonnay Reserva regional Lisboa branco 2015 | Quinta de Pancas
2x Cortes de Cima Syrah regional alentejano tinto 2014 | Cortes de Cima
2x Ermelinda de Freitas Cabernet Sauvignon regional Península de Setúbal tinto 2014 | Casa Ermelinda de Freitas

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.

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Rogério Casanova

Três mil anos de pesca e praia

Parecem cagalhões... Tudo podre, caralho... A minha sanita depois de eu cagar é mais limpa do que isto!" Foi com esta retórica inspiradora - uma montagem de excertos poéticos da primeira edição - que começou a nova temporada de Pesadelo na Cozinha (TVI), versão nacional da franchise Kitchen Nightmares, um dos pontos altos dessa heroica vaga de programas televisivos do início do século, baseados na criativa destruição psicológica de pessoas sem qualquer jeito para fazer aquilo que desejavam fazer - um riquíssimo filão que nos legou relíquias culturais como Gordon Ramsay, Simon Cowell, Moura dos Santos e o futuro Presidente dos Estados Unidos. O formato em apreço é de uma elegante simplicidade: um restaurante em dificuldades pede ajuda a um reputado chefe de cozinha, que aparece no estabelecimento, renova o equipamento e insulta filantropicamente todo o pessoal, num esforço generoso para protelar a inevitável falência durante seis meses, enquanto várias câmaras trémulas o filmam a arremessar frigideiras pela janela ou a pronunciar aos gritos o nome de vários legumes.