Clube de Vinhos DN: Pack Descoberta

É quando já conhecemos uma região que queremos saber mais e ser surpreendidos. Os vinhos verdes encerram verdadeiras pérolas que vão muito além do fácil e básico, a mão segura de um dos melhores enólogos da região vai levá-lo por caminho seguro, um tinto do Douro de que nunca tinha ouvido falar e o veludo alentejano em forma de vinho tinto vão colocá-lo de novo na casa de partida.

Muros Antigos Loureiro DOC Vinho Verde branco 2016 | Anselmo Mendes
A casta Loureiro está ainda por descobrir pelos portugueses e não há melhor iniciação que um vinho feito por um dos grandes mestres da região dos vinhos verdes, Anselmo Mendes. O ambiente geral de prova é cítrico e floral, com laivos suaves de frutos secos. Harmoniza bem com peixes fumados e grelhados.

Post Scriptum DOC Douro tinto 2016 | Prats e Symington
Pode considerar-se o segundo vinho do famoso Chryseia, consagrado pela crítica e aclamado pela maioria dos produtores durienses, mas na verdade trata-se de um vinho com identidade própria, feito pela mesma equipa enológica. Composto na maioria por Touriga Nacional, tem ainda Touriga Franca e Tinta Roriz. Está pronto a beber mas vai beneficiar de algum tempo na garrafeira.

Paulo Laureano Vinhas Velhas regional alentejano tinto 2016 | Paulo Laureano
Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet são as castas componentes deste vinho único, expressão directa e cuidada de um terroir delicado e mineral. Notas de ameixa madura na boca, marcada também por uma frescura invulgar num tinto alentejano. Pratos de festa como feijoadas ou cozidos irão bem com este vinho.

Um pack de 6 garrafas:

2x Muros Antigos Loureiro DOC Vinho Verde branco 2016 | Anselmo Mendes
2x Post Scriptum DOC Douro tinto 2016 | Prats e Symington
2x Paulo Laureano Vinhas Velhas regional alentejano tinto 2016 | Paulo Laureano

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Rosália Amorim

Crédito: teremos aprendido a lição?

Crédito para a habitação, crédito para o carro, crédito para as obras, crédito para as férias, crédito para tudo... Foi assim a vida de muitos portugueses antes da crise, a contrair crédito sobre crédito. Particulares e também os bancos (que facilitaram demais) ficaram com culpas no cartório. A pergunta que vale a pena fazer hoje é se, depois da crise e da intervenção da troika, a realidade terá mudado assim tanto? Parece que não. Hoje não é só o Estado que está sobre-endividado, mas são também os privados, quer as empresas quer os particulares.