Clube de Vinhos DN: Pack Boa Compra

Este pack foi especialmente escolhido para os leitores que procuram a melhor relação de preço-qualidade. Porque não tem de optar entre o seu dinheiro e o melhor da nossa oferta vinícola, apresentamos-lhes estes três porta-bandeiras. Dificilmente encontra uma melhor oferta.

Pedra Cancela Selecção do enólogo DOC Dão tinto 2015 | Lusovini
Os granitos velhos que marcam o solo do Dão produzem vinhos naturalmente equilibrados e elegantes, graças a maturações lentas e sustentadas. Este vinho apresenta uma complexidade acrescida em relação aos seus pares e tem uma excelente relação preço/qualidade.

Meandro do Vale Meão DOC Douro tinto 2015 | F. Olazábal e Filhos
É o segundo vinho deste produtor clássico, com um terroir único, vinha velha e sábia, perfeito para carne assada e pratos de tacho. Está pronto a beber mas beneficia se for decantado, nos primeiros anos. Também funciona bem num churrasco ao ar livre, com os amigos.

Quinta Monte d'Oiro Lybra Lisboa 2015 Syrah
Syrah proveniente de solos eminentemente minerais, a dar toques salinos ao vinho, resultando em frescura na boca. Grande flexibilidade gastronómica, feito a pensar na mesa e para durar.

Um pack de 6 garrafas:

2x Pedra Cancela Selecção do enólogo DOC Dão tinto 2015 | Lusovini
2x Meandro do Vale Meão DOC Douro tinto 2015 | F. Olazábal e Filhos
2x Quinta
Monte d'Oiro Lybra Lisboa 2015 Syrah

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Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.