Jacinda Ardern

Leonídio Paulo Ferreira

Com Jacinda não se brinca, com a covid também não

Lembra-se de Jacinda Ardern, a primeira-ministra neozelandesa que ganhou a admiração ao ter um bebé já no cargo (depois de se ter zangado durante a campanha com as perguntas sobre os seus planos de maternidade) e pedir ao marido para ser ele a tirar o essencial da licença? E que também foi extraordinária a conciliar a sociedade depois de um extremista ter atacado duas mesquitas e matado mais de 50 muçulmanos? E depois se destacou pela forma decidida como combateu a covid-19? Ora, Jacinda continua uma mulher de armas: agora ordenou o confinamento total (tirando farmácias e supermercados) em Auckland durante três dias após terem surgido três novos casos, com os infetados a serem um casal e a filha. Não brinca em serviço esta governante. E faz muito bem.