Premium De 1999 a 2018. O que mudou entre as duas gerações portuguesas campeãs da Europa

Há 19 anos, disputava-se o Europeu de sub-18 e não de sub-19 e não havia centro de estágios de clubes nem treinadores de guarda-redes nas seleções. Moreira e Pedro Costa falam das diferenças para a geração que neste domingo também se sagrou campeã da Europa.

Portugal conquistou neste domingo o Campeonato da Europa de sub-19 pela primeira vez, depois de ter vencido por três ocasiões o torneio antecessor, com o mesmo formato, mas destinado ao escalão sub-18, que funcionou até 2001. Depois dos triunfos em 1961 e 1994 e das finais perdidas em 1964, 1971, 1988, 1992 e 1997, uma jovem armada lusa sagrou-se campeã continental em 1999, na Suécia, curiosamente, tal como sucedeu neste domingo, com um triunfo diante da Itália.

Dos 18 convocados por Agostinho Oliveira há 19 anos, seis chegaram à seleção principal, dos quais apenas três foram titulares na final diante da Itália, decidida por um golo solitário do avançado João Paulo. Uns construíram carreiras bastante razoáveis, outros nem sequer se estrearam na I Liga. Uns ainda jogam, outros pararam há mais de uma década. Independentemente do desfecho das carreiras de cada um, formavam uma geração promissora, tal como esta agora orientada por Hélio Sousa. No entanto, há um mundo a separar as condições de trabalho que estes têm e que os de 1999 não tiveram, como reconheceu o próprio selecionador, que no rescaldo do título europeu realçou o "investimento cada vez maior para ajudar no desenvolvimento destes jogadores" por parte dos clubes.

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