Premium Big brother Dakar com muitas restrições, muita areia, Alonso e 13 portugueses

Mítico rali deixa a América do Sul para se mudar para a Arábia Saudita. Partida é dia 5 em Jeddah. Paulo Fiúza vai ser copiloto de Stéphane Peterhansel com o objetivo de "vencer".

O Rali Dakar entra numa nova era. Em 2020 a prova salta da América do Sul para a Arábia Saudita, com 75% do percurso em areia. A 42.ª edição do rali que se fez mítico em África e depois se mudou para a América do Sul, conhece agora, 11 anos depois, nova e polémica paragem. A prova arranca a 5 de janeiro em Jeddah, com uma tirada de 752 quilómetros, 319 deles ao cronómetro. A cerimónia de chegada e pódio será em Al Qiddia, uma cidade a 40 quilómetros de Riade, no dia 17.

Ao todo serão 7856 quilómetros, mais de cinco mil deles ao cronómetro. Inscritos estão 13 portugueses, entre motos (seis), carros (quatro), SSV (um), camião (um) e um mecânico. Todos terão pela frente novos desafios culturais devido às restrições em vigor naquele país. A proibição do consumo de álcool ou drogas durante a prova, bem como o aconselhamento aos concorrentes para terem cuidado com determinados comportamentos, como circular com o tronco à mostra ou com calções acima do joelho, são algumas das novidades com que os 572 concorrentes inscritos vão ter de enfrentar.

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