Premium Uma ilha paradisíaca para fugir à confusão no Algarve

O acesso à ilha do Farol, no concelho de Faro, faz-se apenas de barco com ligações a partir de Olhão e Faro. Um passeio pelo Parque Natural da ria Formosa em direção ao paraíso.

Dizem que o ferryboat às vezes encalha nos bancos de areia. Acredito, mas não posso confirmar. Já há alguns anos que a ilha do Farol se tornou uma paragem obrigatória nas férias no sul e, até ao momento, as viagens decorreram sempre com toda a tranquilidade. Enquanto o barco atravessa a ria Formosa, vemos a cidade de Faro a afastar-se e o farol do cabo de Santa Maria cada vez mais perto. Durante aproximadamente 40 minutos, sentimos a brisa na cara, recordamos memórias de outros verões, fechamos os olhos por breves momentos... O paraíso está cada vez mais próximo.

Na ilha do Farol não há carros, stress ou confusão. Há paz, um sossego difícil de encontrar por terras algarvias. Assim que se atravessa a ponte, a sensação é a de estar a entrar num outro Algarve, que ainda não foi descoberto. Talvez se sinta algo semelhante na (ilha) Deserta, mas falta-lhe o encanto das pessoas, dos moradores da ilha, que se dedicam sobretudo à pesca e à produção de bivalves.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.