Exclusivo Bruno Maia: "Temos de acabar com os vetos de gaveta de Mário Centeno"

O DN entrevistou cinco candidatos que renovam as listas de deputados. Médico, Bruno Maia, de 37 anos, apresenta-se como "neurologista, esquerdalho, nadador, gay, ateu e portista".

O que leva um médico neurologista a querer ser deputado?
O que me leva à política é a defesa do Serviço Nacional de Saúde. Lutar pelo SNS, por um novo investimento que permita recuperar de todos os ataques que tem sofrido ao longo das últimas décadas.

E isso traduz-se em quê?
O principal problema do SNS é que está a ser vítima de uma predação por parte dos grupos privados de saúde. E isso tem sido feito com a conivência dos governantes que temos tido nas últimas décadas. O que está a acontecer é que, à medida que o SNS se degrada, perde serviços e essa perda de serviços está a ser contratualizada com os privados, que beneficiam diretamente da degradação do SNS. É preciso investir no SNS para que recupere a sua autonomia. Porque o que estamos a fazer é criar uma renda fixa, que os contribuintes pagam, de serviços que o SNS não consegue, neste momento, providenciar. Isto é um ciclo vicioso que tem vindo a piorar nos últimos anos.

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