Premium Eles e nós

Temos uma classe política que vive num circuito fechado, que só fala com os seus correligionários, que se encerrou numa espécie de caixa hermeticamente fechada para outras relações, até pessoais.

Só uma grande dose de inconsciência pode permitir dizer que não existe um problema complicado com esta autêntica teia familiar que ocupa governo, administração pública, autarquias e outros organismos. Não se pode dizer que seja um problema recente, longe disso, mas o que temos sabido nas últimas semanas indicia que nunca se chegou tão longe.

Claro que este assunto está no debate público devido à proximidade de eleições e que às descobertas da quantidade de socialistas que têm as famílias espalhadas por tudo o que é cargo político e de nomeação política se seguiram lembranças doutros tempos. Mas se as eleições permitiram que tivéssemos um conhecimento mais aprofundado deste estado de coisas, os sufrágios que se aproximam já tiveram um bom resultado.

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