Premium Exército continua como parente pobre da Lei de Programação Militar

Parlamento discute nesta terça-feira proposta de lei que investe 4,7 mil milhões nas Forças Armadas durante os próximos 12 anos.

A prioridade política de privilegiar a aquisição de capacidades aeronavais para as Forças Armadas nos próximos anos continua inalterada com as mudanças exigidas pelo PSD, e aceites pelo PS, à proposta Lei de Programação Militar (LPM).

O acordo que originou uma proposta conjunta de LPM, também subscrita pelo CDS, foi revelada na segunda-feira pelo líder da bancada do PSD na Comissão de Defesa Nacional, Pedro Roque - garantindo assim a maioria de 116 deputados em efetividade de funções necessária para a aprovar em votação final global.

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