Premium Os primeiros Mundiais de atletismo da era pós-Bolt

Sem o jamaicano que dominou as pistas durante uma década, a elite do atletismo reúne-se em Doha à procura de novos ídolos para celebrar. Para Portugal, há uma estreia a criar expectativa e uma campeã com um título para defender.


O show não vai ser o mesmo. O relâmpago apagou-se (dizem que se tentou mudar para os campos de futebol) e aquele trovão de bruaás nas bancadas que o acompanhava de cada vez que surgia a iluminar a pista de atletismo vai ter de encontrar outra referência. No final de setembro de 2019 (de 28 até 6 de outubro), os Mundiais de atletismo no Qatar vão ser a primeira grande competição global pós-Usain Bolt, o jamaicano que revolucionou a velocidade ao longo de quase uma década e se tornou uma das mais populares figuras do desporto mundial.

Nos Mundiais de Londres, em 2017, Bolt despediu-se sem coroa. Conseguiu apenas a medalha de bronze nos 100 metros, afastado do ponto mais alto do pódio que foi o seu habitat natural desde que em 2008 irrompeu como um... relâmpago pela pista olímpica do Ninho de Pássaro, nos Jogos de Pequim. Bolt reescreveu os livros dos recordes nos 100 e nos 200 metros, deixou-os aparentemente inacessíveis a toda uma geração nos anos mais próximos e, sobretudo, deu ao atletismo uma nova superestrela para celebrar.

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