Premium Como tratar o cérebro e a memória? Ciência aponta caminho complementar ao dos fármacos

Na entrada deste século, a ciência acreditou que as demências seriam uma epidemia. Hoje, é certo que ainda não há um fármaco milagroso, mas já muito se sabe do cérebro, como o tratar e proteger. A investigadora portuguesa Luísa Lopes fala-nos sobre a memória do futuro.

A ciência ganhou pontos à doença. Prolongou a vida. Adormeceu a morte, mas inquietou o envelhecimento. E agora? Como tratar o cérebro? Como proteger a memória? As expectativas traçadas a 30 ou a 50 anos marcavam as demências - ou doenças neurodegenerativas - como a epidemia silenciosa do século. Cada caso de Alzheimer fazia soar os alarmes nos laboratórios. Os neurocientistas focaram-se na descoberta de um fármaco milagroso. Mas até agora nada. E o caminho pode ter várias alternativas.

Em entrevista ao DN, no seu laboratório, e onde desde 2013 lidera uma equipa de oito investigadores, a neurocientista do Instituto de Medicina Molecular (IMM) João Lobo Antunes, Luísa Lopes, de 44 anos, bioquímica de formação, explica o que hoje já se sabe sobre este órgão, sobre a memória, e o que ainda falta saber para o proteger e para o tratar.

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