Premium Pulseiras eletrónicas. Há quase dois mil detidos em prisão domiciliária

O cumprimento de penas na habitação reduz de 44 para 13 euros o custo diário por preso. Os agentes da justiça entendem ainda que facilita a manutenção dos laços de inserção familiar do condenado, diminui o risco de reincidência e alivia a lotação das cadeias.

Há cerca de duas mil pessoas (1936) a cumprirem prisão domiciliária com pulseira eletrónica. Estes valores, a 20 de setembro, representam um aumento de 22 por cento face a todo o ano de 2018, quando estavam neste regime 1578 detidos.

Permitir uma melhor reinserção, nomeadamente os laços familiares e sociais, resolver os problemas de sobrelotação das cadeias e a redução de custos financeiros foram as razões que levaram a avançar com a prisão domiciliáriacom pulseira eletrónica para crimes menos graves, com penas até dois anos. Em termos económicos, as contas fazem-se assim: comparando os dois sistemas, reduz-se de 44 para 13 euros o custo diário por preso, segundo o Relatório Justiça (2015-2019), divulgado recentemente pelo Ministério da Justiça.

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