Premium Discutir o racismo num curso de polícias

Viagem ao 3.º curso de chefes da PSP, na semana em que as autoridades portuguesas voltam a ser acusadas de racismo.

"Alguém que tenha uma tatuagem com uma suástica não entra de certeza na PSP", diz Vera Lourenço, subintendente da PSP e chefe da divisão de ensino da Escola Prática de Polícia (EPP). "Nos exames de admissão essa é nitidamente uma circunstância eliminatória. Não digo que não exista um agente que tenha uma cruz dessas, digo é que de certeza só a fez depois de entrar na força."

A PSP aceitou este pedido do DN: visitar a EPP para perceber que formação recebem afinal os agentes na área da discriminação. A intervenção no bairro da Jamaica colocou o assunto na ordem do dia - e soma-se a casos recentes como a detenção de dois jovens à porta de uma escola no Cacém, ou aos 17 agentes da esquadra de Alfragide que estão agora em tribunal. Os relatórios de abusos nas forças policiais portuguesas são consecutivos nos relatórios da Amnistia Internacional.

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