Premium Juscelino Kubitschek recebido em festa em Lisboa

Recebido em euforia pelos lisboetas, o popular presidente brasileiro visitou Portugal em 1960, já perto do final do seu mandato. Meses antes tinha inaugurado Brasília, a nova capital do Brasil.

Médico de formação, o político de Minas Gerais Juscelino Kubitschek ficou para a história como um presidente brasileiro de grande popularidade, capaz de fazer cumprir por fim em 1960 o sonho da construção de uma grande capital federal: Brasília. Foi, aliás, meses depois de inaugurar essa capital que sucedeu ao Rio de Janeiro que o político de nome checo (mas que era Oliveira por parte do pai) visitou Portugal, onde uma multidão lisboeta o acolheu em festa, como se pode ver nesta fotografia tirada na Baixa pombalina. Amigo de Portugal, Juscelino Kubitschek de Oliveira morreu em 1976.

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Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.