Premium Montijo. Acordo entre governo e ANA "é pressão inaceitável para aeroporto ser aprovado"

Futuro aeroporto fica paredes-meias com a Reserva Natural do Estuário do Tejo, que sazonalmente alberga milhares de aves. Estudo tem de provar que não há danos ambientais e que as aves não põem segurança em risco.

Aumento do ruído e da poluição atmosférica nas zonas adjacentes ao Montijo, incluindo o Barreiro, a Baixa da Banheira ou a Moita, onde residem centenas de milhares de pessoas, impactos no território, com grande acréscimo de infraestruturas e rede de transportes viários ou ainda consequências para a biodiversidade local e a sua conservação, nomeadamente para as aves, eis alguns dos impactos que são expectáveis para um futuro aeroporto no Montijo, no local onde hoje está Base a Aérea n.º 6.

Perante estes riscos, e ainda sem o estudo de impacto ambiental feito, as associações ambientalistas são unânimes em criticar o acordo que o governo celebrou na quarta-feira da semana passada com a ANA, a gestora dos aeroportos nacionais, para a concretização do projeto do aeroporto do Montijo e a expansão da capacidade do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

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