Premium As horas de inferno que arrasaram o Chiado

Todos se lembram com mais ou menos detalhe dos instantes em que souberam que o Chiado estava a arder. Às 05.19 caiu a primeira chamada no quartel dos bombeiros e o inferno só era dado como extinto pelas 16.00.

Numa segunda edição publicada no próprio dia 25 de agosto, o DN destacava: "Um vulcão de labaredas arrasou o Chiado". Logo a abrir o texto, uma afirmação do então Presidente da República, Mário Soares, sublinhava um sentimento geral: "Isto é uma catástrofe!"

Estava-se longe de imaginar o que seria a longa recuperação do Chiado. Recuperamos e atualizamos parte de uma reportagem de 2013, quando dos 25 anos do incêndio, que contava com os protagonistas de 1988 para recuperar o filme dos acontecimentos desse dia.

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.