Premium OPA chinesa à EDP está morta. Como fica agora a relação com a CTG?

A elétrica liderada por António Mexia quer que os acionistas chineses fiquem num cenário pós-OPA, para proteger a empresa de outras ofertas hostis. A CTG diz que está comprometida com o futuro da EDP.

A OPA à EDP está morta desde ontem, pela mão de 56,6% dos acionistas que na assembleia geral chumbaram a desblindagem dos votos. Mas António Mexia, o CEO do grupo, acredita que há vida além da operação pública de aquisição lançada há quase um ano pelos acionistas chineses da China Three Gorges (CTG). A verdade é que esta era já há muito uma morte anunciada.

Não foi, por isso, com cara de enterro nem sentimento de pesar, que António Mexia falou aos jornalistas no fim de várias horas de reunião à porta fechada, onde estiveram representados 65,18% dos acionistas da empresa.

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