Premium "Estou confiante de que não vamos ter de fazer greve às avaliações"

Mário Nogueira, dirigente da Fenprof, acredita que três dos maiores partidos com assento no Parlamento conseguirão arranjar uma solução para repor a justiça na contagem de serviço dos professores.

Mais de 40 mil professores responderam à consulta pública lançada pelos sindicatos da classe. Destes, mais de 97% não aceitam abdicar do tempo de serviço a que têm direito e propõem greve às avaliações a partir de 6 de junho, caso nada seja alterado ao diploma que o governo aprovou no início deste mês e que só aceita como tempo de serviço para progressão de carreira dois anos, nove meses e 18 dias.

Os professores seguem assim o exemplo do ano passado, em que também fizeram greve às avaliações, tendo as notas sido lançadas mais tarde. No entanto, "os alunos não foram prejudicados", garante Mário Nogueira ao DN, dirigente da Fenprof.

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'Motu proprio' anti-abusos

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