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Reino Unido

Boris debaixo de fogo: da discussão com a namorada aos conselhos de Steve Bannon

Depois da chamada da polícia à casa que partilha com a namorada, o favorito à vitória na corrida a líder do Partido Conservador é confrontado com as alegações de que o ex-diretor de campanha de Trump o ajudou no discurso que fez após deixar a chefia da diplomacia. Está em queda nas sondagens.

A corrida que à partida parecia fácil para Boris Johnson ganhou, de repente, alguns obstáculos que só o tempo dirá se o ex-chefe da diplomacia britânica será capaz de ultrapassar para chegar à chefia do Partido Conservador e daí ao número 10 de Downing Street.

Depois de a polícia ter sido chamada ao apartamento que divide com a namorada nas primeiras horas da madrugada de sexta-feira, quando os vizinhos se queixaram de gritos e objetos a partir, Boris Johnson recusou comentar o caso. A polícia falou com os ocupantes do apartamento que disseram que estava tudo bem. Agora, depara-se com outro problema: Steve Bannon.

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Já era tempo de a humanidade começar a atuar sem ideias preconcebidas sobre como erradicar a pobreza. A atribuição do Prémio Nobel da Economia esta semana a Esther Duflo, ao seu marido Abhijit Vinaayak Banerjee e a Michael Kremer, pela sua abordagem para reduzir a pobreza global, parece indicar que estamos finalmente nesse caminho. Logo à partida, esta escolha reforça a noção de que a pobreza é mesmo um problema global e que deve ser assumido como tal. Em seguida, ilustra a validade do experimentalismo na abordagem que se quer cada vez mais científica às questões económico-sociais. Por último, pela análise que os laureados têm feito de questões específicas e precisas, temos a demonstração da importância das políticas económico-financeiras orientadas para as pessoas.