Premium É este o eixo do mal de Donald Trump?

"Nunca mais voltes a ameaçar os EUA", disse, nesta segunda-feira, Trump ao Irão. O regime de Teerão é só um dos seus inimigos. Embora, pelas mais distintas razões, haja outros. Uma espécie de eixo do mal.

Foi a 29 de janeiro de 2002, sensivelmente um ano antes de invadir unilateralmente o Iraque, que George W. Bush, então presidente dos EUA, definiu perante o Congresso, no seu discurso do estado da União, aquilo a que chamou o eixo do mal. Irão, Iraque e Coreia do Norte foram os países que incluiu na lista de inimigos, acusando-os de apoiarem o terrorismo e de terem, ou quererem ter, armas de destruição maciça.

Quatro meses mais tarde, o então subsecretário de Estado de Bush, John Bolton, hoje conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump, alargava o conceito e incluía no eixo do mal também Cuba, Líbia e Síria.

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