Exclusivo Aporofobia: A palavra que faltava à democracia

Nesta entrevista, a filósofa espanhola Adela Cortina explica como a "rejeição dos pobres" está na base do crescimento da xenofobia na Europa. E que uma democracia "não pode existir com desigualdades radicais".

A "fobia dos pobres", ou "aporofobia", é um risco vital para a democracia, explica-nos, nesta entrevista. Do nacionalismo emergente na Europa, aos discursos anti-imigração. "A palavra aporofobia era necessária porque há rejeição dos pobres, mas como não tem uma realidade física, não pode ser apontada e é por isso que precisamos de uma palavra para designá-la, para reconhecer sua existência", explica Adela Cortina, que foi uma das oradoras no III Congresso Internacional de Filosofia, que decorreu na Universidade da Beira Interior, na Covilhã.

O que foi mais importante para decidir dar um nome à fobia em relação aos pobres?

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