Premium Facebook. "Não queremos ser quem determina que conteúdo é bom ou mau"

A responsável pelo combate à desinformação e ao discurso de ódio do Facebook explica, nesta entrevista, como funciona o algoritmo da principal rede social.

Tessa Lyons-Laing é uma jovem executiva a quem foi atribuída uma responsabilidade mundial. Formada em Harvard, ex-consultora da McKinsey, é a gestora do Facebook, responsável pela luta contra a desinformação e o discurso de ódio. Vive em São Francisco e trabalha nos escritórios de Menlo Park, na Califórnia, da maior rede social do mundo, com mais de dois mil milhões de utilizadores.

A entrevista que deu ao consórcio de jornalistas Investigate Europe, que o DN integra, durou, exatamente, 30 minutos. Foi feita no início de abril, por videoconferência. Lyons-Laing chegou uns minutos atrasada, acompanhada por uma colaboradora nos EUA, e outra em Berlim, na Alemanha. Sentou-se numa pequena sala, sem janelas, em que o único objeto visível é um caixote do lixo de plástico, cinzento, o que dá um toque de pré-modernidade a uma conversa centrada em argumentos futuristas: inteligência artificial, previsão dos gostos políticos dos cidadãos, entre outros.

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