Premium Matas em risco e sem plano para mudanças no clima

Líderes mundiais reúnem-se na segunda-feira em Nova Iorque para definir objetivos mais ambiciosos na contenção do aquecimento global. Em Portugal, depois dos fogos de 2017 em Leiria, o ICNF encomendou um programa de recuperação para as matas litorais, mas pouco fala das alterações climáticas.

Uma oportunidade perdida. Depois do incêndio que há dois anos destruiu mais de 80% do emblemático pinhal de Leiria, falta aplicar um verdadeiro plano de ordenamento nesta zona e numa área - a dos fogos - onde os riscos para o país mais vão aumentar, lamentam especialistas.

"Já deveria ter havido intervenção musculada nos talhões que constituem a faixa de proteção da orla costeira. O sucesso que possa ocorrer nos talhões interiores tende a ser muito afetado pelo sucesso ou insucesso na fixação das dunas, na proteção contra os ventos marítimos, contra a salinidade." Paulo Pimenta de Castro, presidente da Acréscimo - Associação de Promoção ao Investimento Florestal, responde assim à questão colocada pelo DN sobre o que está a ser - ou não - feito nas matas litorais depois do grande incêndio de outubro de 2017.

Ler mais

Exclusivos