Premium De Daniel Alves a Ribéry. Os desempregados de luxo disponíveis a custo zero

Há um vasto leque de jogadores de topo que estão livres no mercado de transferências e que podiam formar um onze capaz de lutar por várias ligas europeias e até fazer figura na Champions.

O mercado de transferências está em plena ebulição no mundo do futebol, são milhões de euros a circular de um lado para o outro e um sem-número de jogadores a serem apresentados. Enquanto isso, há um extenso lote de futebolistas à espera de encontrar colocação - estão sem contrato e procuram as melhores soluções para prosseguirem as suas carreiras.

Uns são trintões, outros nem tanto, mas a verdade é que neste verão há até alguns jogadores com nome, verdadeiros craques, que têm no currículo conquistas importantes como a Liga dos Campeões, o Mundial ou o Europeu. E um dos nomes que mais se destaca é Daniel Alves, defesa-direito que aos 36 anos foi considerado o melhor jogador da recente Copa América, que acabou por erguer como capitão da seleção do Brasil.

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A América foi fundada também por angolanos

Faz hoje, 25 de agosto, exatos 400 anos que desembarcaram na América os primeiros negros. Eram angolanos os primeiros 20 africanos a chegar à América - a Jamestown, colónia inglesa acabada se ser fundada no que viria a ser o estado da Virgínia. O jornal The New York Times tem vindo a publicar uma série de peças jornalísticas, inseridas no Project 1619, dedicadas ao legado da escravatura nos Estados Unidos. Os 20 angolanos de Jamestown vinham num navio negreiro espanhol, a caminho das minas de prata do México; o barco foi apresado por piratas ingleses e levados para a nova Jamestown. O destino dos angolanos acabou por ser igual ao de muitos colonos ingleses: primeiro obrigados a trabalhar como contratados e, ao fim de alguns anos, livres e, por vezes, donos de plantações. Passados sete anos, em 1626, chegaram os primeiros 11 negros a Nova Iorque (então, Nova Amesterdão) - também eram angolanos. O Jornal de Angola publicou ontem um longo dossiê sobre estes acontecimentos que, a partir de uma das maiores tragédias da História moderna, a escravatura, acabaram por juntar o destino de dois países, Angola e Estados Unidos, de dois continentes distantes.