Premium 40 anos de Fantasporto*. Nomes, filmes e histórias que construíram o culto

[* pode conter cenas chocantes]
No início era o terror. Depois, o festival abriu a sua montra a vários géneros e geografias. E manteve sempre o condão de revelar nomes que se tornariam obrigatórios na 7.ª arte. Como o de Bong Joon-ho, o recente vencedor dos Óscares. O Fantas chega à meia-idade, mas segue cheio de sangue na guelra.

Quando Bong Joon-ho subiu ao palco do Dolby Theater, em Los Angeles, na recente noite dos Óscares que consagrou o realizador e o seu filme Parasitas, Mário Dorminsky e Beatriz Pacheco Pereira receberam mais um "prémio" de carreira para o Fantasporto. Tal como tantos outros nomes que nas últimas décadas acabaram premiados na mais famosa das festas de cinema, o sul-coreano já fazia parte da história que este casal de cinéfilos começou a escrever há 40 anos, quando lançou no Porto um festival de cinema fantástico que se tornou uma das mais fortes marcas da cidade e da oferta cultural do país.

No início era o sangue, muito sangue, e largas doses de terror a proporcionar um culto por algo que, até pouco tempo antes, era um fruto proibido. Portugal dera o grito da liberdade apenas há meia dúzia de anos e os portugueses despertavam para temáticas e consumos que lhes tinham estado vedados. Como o cinema fantástico.

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