Premium Um tubarão americano em tom chinês

Com Meg: Tubarão Gigante, o cinema de verão tenta reativar as memórias heroicas de Steven Spielberg. Nada feito: o megalodonte não aguenta a comparação...

Eis a mais velha estratégia de mercado (cinematográfico ou não): quando um produto mobiliza muitos consumidores, rapidamente se fabricam imitações mais ou menos inspiradas, tentando fazer valer outro princípio mercantil. A saber: o consumidor irá, por certo, tentar repetir a experiência original...

Isto para dizer que Meg: Tubarão Gigante (estreia na quinta-feira) é menos um objeto de cinema e mais um empreendimento que tenta rentabilizar as memórias desse filme prodigioso que é Tubarão (1975), de Steven Spielberg (trailer original).

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