Premium Liga dos Combatentes indignada com o governo

Estatuto do Antigo Combatente não consagra novos apoios e muda, para 11 de novembro, a data em que há um século se comemora o Dia do Combatente.

A Liga dos Combatentes (LC) e as associações representativas dos veteranos da Guerra Colonial coincidem nas duras críticas ao recém-aprovado Estatuto do Antigo Combatente, devido à ausência de medidas concretas de apoio socioeconómico e de saúde a esse universo de portugueses - a muitos dos quais o Estado paga pensões inferiores a cem euros anuais.

Para a Liga, em particular, o Ministério da Defesa "alterar incompreensivelmente" a data - de 9 de abril para 11 de novembro, Dia do Armistício - do Dia do Combatente, que se celebra há um século com a presença das suas mais altas figuras politicas e militares, é outro motivo de indignação, assume ao DN o seu presidente, general Chito Rodrigues.

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.